domingo, 8 de dezembro de 2013

Entrevistas SWCP: Jack Angel

Jack Angel tem já uma longa carreira como ator de voz há mais de 50 anos.Scooby-Doo,Super Friends,Transformers,entre muitos outros,foram algumas das séries animadas em que participou.
SWCP: Foi a voz do Teddy no filme A.I.Inteligência Artificial.Foi lhe sugerido pelo realizador algum tipo específico de voz para esse personagem?
J.A: A direção foi dada no momento da audição. O personagem tinha de ser bem audível, sábio para ser um príncipe, com uma qualidade de voz como o Eeyore em Winnie the Pooh da Disney, mas a sua voz não poderia soar a estúpido.Não me foi dito que tipo de projeto era. (Tudo é geralmente envolto em segredo.) Memorizei todas as minhas linhas no primeiro dia. O Steven Spielberg apenas me disse para eu fazer o que fiz na audição. Estive no estúdio todos os dias durante três meses porque o Steven disse que quando quisesse fazer qualquer modificação,queria-me lá no momento.Foi uma grande experiência.
SWCP:No vídeo jogo Star Wars:Dark Forces,foi a voz do Rom Mohc.Pode falar-nos desse personagem? 


J.A: No que respeita ao personagem Mohc Rom, não me recordo do que fiz. Foi há muito tempo, e de momento,não me recordo. Ele foi apenas mais um trabalho. Mas foi provavelmente uma espécie de tipo “Mau personagem” e eu sempre me divirto quando faço papéis de mau.
SWCP:Entre tantos personagens que já interpretou,qual é o seu favorito?
J.A: De entre todos os personagens que interpretei, o Ursinho Teddy foi um dos meus favoritos. Eu também gostei do Chunk em Toy Story 3, mas honestamente, eu gostei de todos eles, até daqueles que "arrancaram" a minha garganta. É como se eles fossem os meus filhos e amo todos eles, até os mais chatos.
SWCP: Como começou a sua carreira como ator vocal?
J.A: Estudei rádio e televisão na universidade estatal de São Francisco quando abandonei o Exército em 1956. O meu primeiro emprego foi como disc jockey numa estação de rádio durante 18 anos. Os últimos sete foram em Los Angeles, onde comecei a fazer vozes de animação na Hanna/Barbera. Abandonei a rádio em 1975 e comecei a fazer atuação de voz desde então…
SWCP: Tem algum ídolo de infância como referência nesta área?
J.A: Não tive nenhum ídolo de infância em particular, mas houve um grande disco jóquei em São Francisco chamado Dom Sherwood que eu modelei o meu programa de rádio inspirado no seu. Ele fez vozes engraçadas, contava piadas e ria-se muito quando estava no ar, ele era tão divertido que eu quis ser como ele. E penso que fui até que ter desenvolvido a minha própria personalidade na rádio.
SWCP: Que mensagem gostaria de enviar aos seus fãs em Portugal?
J.A: Para dizer a verdade, Paulo, até ter recebido o seu pedido para esta entrevista, nunca me tinha ocorrido que tivesse fãs em Portugal. Mas agora que o sei, estou emocionado por tê-los como parte da minha vida. Estou a trabalhar na criação de um projeto de animação chamado 'The Don of the Flies' é sobre moscas mafiosas, e o meu animador é um jovem americano de ascendência portuguesa, e que é um homem maravilhoso e talentoso. O seu nome é Owen Korb. Vocês pode ver o episódio-piloto em:
 Algumas partes do diálogo são sórdidas, por isso estejam prevenidos. 


 INTERVIEW WITH JACK ANGEL IN ENGLISH:
Jack Angel has a longer carrier spanning over fifty years.Scooby-Doo, Super Friends, Transformers, among many others, are some of the animated series that he participated.
SWCP: You were the voice of Teddy in `A.I: Artificial Intelligence´.What sort of direction did the director give for this character? 
J.A: The direction was given at the time of the audition. He was to sound, wise to be a prince, with a voice quality such as Eeyore in Disney's Winnie the Pooh, but he should not sound stupid. I was not told what the project was. (Everything is generally shrouded in secrecy.) I recorded all my lines on the first day. Steven Spielberg just said to do what I did at the audition. I was on set every day for three months because Steven said that when he wanted to make any changes he wanted me there at that moment. It was a great experience
SWCP:  In video game `Star Wars: Dark Forces´you were the voice of Rom Mohc.Could you tell us a bit about this character? 
J.A: As far as the Mohc Rom character is concerned, I do not remember what I did or anything about the session. It was long ago and not memorable at the time. It was just another job. But it was probably a big “bad ass” kind of guy and I always have fun being a bad ass.
SWCP: Among all the characters that you already played, is it anyone that you liked more?  

J.A: Of all the characters I've played Teddy was one of my favorites. I also liked Chunk in Toy Story 3, but honestly, I enjoyed doing all of them, even those who ripped my throat out. It's like they’re all my children and I love them all, even the brats.
SWCP: How did your voice over career begin? 
J.A: I studied radio and television at San Francisco State University when I left the Army in 1956. My first job was as a radio disc jockey and I did it for 18 years. The last 7 of which were in Los Angeles, where I started doing cartoon voices in Hanna/Barbera. I left radio in 1975 and have performed voice overs full time ever since…
SWCP: Have you any idol in your childhood as a reference in this area? 
J.A: I had no particular childhood idols, but there was a great disc jockey in San Francisco named Don Sherwood and I patterned my radio show after his. He did funny voices, told jokes and laughed a lot in the air, and it was so much fun I wanted to be like him. And I think I was until I developed a radio personality of my own.
SWCP:  Would you like to leave a message for your Portuguese fans? 
J.A: To tell the truth, Paulo, until I received your inquiry, it never occurred to me that I had fans in Portugal. But now that I know, I'm thrilled to have them as part my life. I'm working on creating an animation project called "The Don of the Flies" about Mafia flies, and my animator is a young American of Portuguese decent, who is a wonderful and talented man. His name is Owen Korb. You can watch the pilot episode in
some of the dialog is nasty, though so be forewarned. 


sábado, 7 de dezembro de 2013

Venha embrulhar presentes de Natal com o lado negro da Força


Junte-se à Casa Solidária no Colombo (Praça Central do C. C. Colombo) ) no próximo Domingo, 15 de Dezembro, entre as 10:30hrs e as 23:00hrs, A Legião 501 (Portuguese Outpost) vai estar na Casa Solidária Colombo a embrulhar presentes e ajudar a receber roupas para a Loja Vazia.

Venham conhecer ao vivo os personagens do lado negro da força, tirar fotos e embrulhar os vossos presentes com "troopers".

Esta Casa tem como objetivo recolher donativos e apoios para 3 instituições sem fins lucrativos que estão a ajudar a sociedade Portuguesa:

www.casadosrapazes.pt
www.casa-apoioaosemabrigo.org
www.zoomtalentos.com

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Darth Vader no Instagram

Os fãs de Star Wars já podem acompanhar no Instagram aquilo que os personagens da saga fariam no seu dia a dia caso fossem reais.Darth Vader foi o primeiro a mostrar a sua rotina no trabalho " Mais um dia no escritório".Podem aceder a esta página neste link: http://www.instagram.com/starwarsFonte: Jornal Metro.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sessão fotográfica de fãs portugueses de Star Wars




Estas são algumas fotos não-oficiais de bastidores que tirámos no estúdio da revista SÁBADO no passado dia 30 de Novembro que fará uma reportagem sobre os fãs e grupos de Star Wars em Portugal e sobre o lançamento do novo filme da saga (Episódio VII) em que estiveram presentes alguns elementos da Legião 501 Lusitanian Outpost,SWCP e Mandalorian Mercs.Ainda não temos dados concretos para quando será editada esta reportagem online e na revista física,mas quando tivermos mais informação acerca disso,anunciaremos aqui oportunamente.





quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Loja de merchandising em Hamburgo



O nosso sócio André Almeida que reside na Alemanha,enviou-nos um video sobre uma loja localizada em Hamburgo que vende merchandising de Star Wars e não só.Para mais info sobre esta loja:
http://www-anderewelten.de

Entrevistas SWCP: Richard Bradshaw

Richard Bradshaw é um ator, coordenador e coreógrafo de lutas, que tem trabalhado para diversos filmes como: John Carter,Robin Hood,X-Men,Titanic,Star Wars, entre outros.
SWCP: Fale-nos do seu trabalho no episódio II de Star Wars.
R.B: Trabalhei em Star Wars:EpºII quando foi rodado no Reino Unido, sendo posteriormente rodado durante alguns meses na Austrália. Houve duas cenas nas quais eu trabalhei, mas ambas foram filmadas em várias etapas de filme em que tive de me vestir todo de verde para ser depois inserido digitalmente o cenário de fundo na cena. Interpretei um Jedi em duas cenas de luta diferentes - numa enorme arena e numa nave espacial - e para ambas as cenas as lutas foram realizadas de uma forma inteiramente imaginária. Estávamos a coreografar cenas de lutas oponentes não existentes fisicamente que foram depois adicionados digitalmente e repetíamos exatamente sem qualquer ponto de referência. Isto foi um grande desafio, já que no processo normal deveria haver outro personagem vestido com um traje, ou às vezes com roupa verde, só para servir como referência para trabalhar. Contudo, acho que as nossas atuações deram à equipa de efeitos visuais interessantes movimentos e coreografias para poderem criar então o resto da luta.
SWCP: Tem sido o duplo do Hugh Jackman em vários filmes. Desde Van Helsing a X-Men.Criou-se assim uma grande empatia entre ambos?

R.B: Eu já conheço o Hugh Jackman há quase 20 anos. Quando o conheci pela primeira vez, ele estava a trabalhar num espetáculo de teatro musical em Melbourne/Austrália e eu estava num curto espaço de tempo livre do meu trabalho no filme do Luc Besson `O Quinto Elemento´. 

Naquela altura, o Hugh ainda estava no início da sua carreira e perguntou-me como era trabalhar num filme com um grande orçamento... Acho que agora ele sabe isso bem melhor do que eu! O Hugh não é só um ator fantástico, mas também um grande atleta, e um homem realmente encantador. Trabalhar com ele como duplo muitas vezes, implica que tenho de ensaiar e desenvolver uma determinada sequência até ele ser capaz de fazer um número significativo de cenas de ação sozinho. Isto é muito recompensador desde que comecei a ver as cenas de ação que criei e desenvolvi, com o coordenador de duplos, filmadas de uma determinada maneira com este ator, que não são muitas vezes possível com outros atores. Naturalmente há sempre os elementos da ação que não é possível ou seguro o próprio Hugh fazê-las. Neste caso sinto-me feliz por fazer realmente bem esse trabalho do meu próprio modo. Acredito que uma enorme parte de ser um ator duplo está na atuação, bem como na capacidade física, que se emprega. Passo um longo tempo a observar o Hugh quando ele está a encarnar o personagem, vendo como ele se move, como ele se mantém e como se relaciona com os outros personagens fisicamente, para assim reproduzir isso na minha atuação. Estou a trabalhar atualmente no meu 6º filme com ele e acredito que agora há uma confiança e empatia entre ambos os caminhos, com o Hugh a confiar na minha opinião sobre as suas capacidades e segurança bem como o fato de eu sempre parecer bem nas suas dobragens feitas por mim, assim como poder confiar nele até nas mais complexas sequências, pois sei que ele as suportará com um inegável estilo.
SWCP: Foi nomeado para o prémio Taurus na categoria de melhor combate de 2007.Em que filme decorreu esse combate? 
 R.B: Em 2007 fui nomeado para o melhor combate em X-Men 3. Foi na luta entre o Wolverine e o Juggernaut. Eles encontram-se como indestrutíveis adversários, com o Juggernaut a arremessar o Wolverine pelo ar e quando ambos chocam um com o outro, ele é lançado contra uma janela de uma casa. E depois é lançado pelo sótão, caindo na sala, antes disso, o Juggernaut dá-lhe um pontapé nele fazendo-o passar pela parede. Esta cena foi toda realizada apenas numa filmagem.
SWCP: Os prémios Taurus são os Óscares para os atores duplos?
R.B: Sim. O departamento de duplos é o único departamento não reconhecido pela Academia dos Óscares. Tem havido várias pressões ao longo dos anos para tentar modificar isso, mas por enquanto sem resultados positivos, portanto até lá, temos os Prêmios Taurus que reconhecem os atores duplos de filmes em todo o mundo.
SWCP: Em que época da nossa história gosta mais de trabalhar?
R.B: Em particular gosto de trabalhar em qualquer filme que esteja recriando um evento histórico. Já que nunca fui muito interessado em história na escola, tento encontrar isso no meu trabalho quando recrio um evento - e se um filme for acerca de uma época em especial, é provavelmente um evento interessante e excitante - trazê-lo de qualquer maneira à vida num modo que acho tão verdadeiro. Por exemplo, quando trabalhei no filme Titanic, cada semana distribuíamos folhas de informação ao elenco explicando detalhadamente eventos relatados por pessoas que testemunharam esse desastre. E isso foi formidável.
SWCP: Que mensagem quer enviar aos seus fãs? 
 R.B: Estou contente por gostarem de filmes de ação. Lembrem-se de que para criar um grande, grande filme de ação é sempre necessário um enorme esforço de equipa. O diretor pode ter a visão original e os atores podem retratar os seus heróis, mas as semanas e os meses passados pela equipa de duplos, a equipa de câmara e o diretor da segunda unidade (ação) são muitas vezes aqueles quem de fato fazem com que os elementos de ação sejam tão excitantes para todos nós vermos.


ENGLISH VERSION:
Richard Bradshaw is a stunt co-ordinator, stunt performer and fight choreographer, who have been working in several movies such as: John Carter, Robin Hood, X-Men, Star Wars (II), Titanic, among others. 
SWCP: Tell us about your work in Star Wars: Episode II
R.B: I worked on Star Wars: Episode II when it came to shoot in the UK, having been shooting for some months in Australia. There were two scenes I worked on, but both were shot in film stages which were completely covered in green cloth in order to digitally put the whole background in place. I played a Jedi knight in two different fight scenes - in a huge arena & on a space ship - & for both scenes the fights were worked out in an entirely imaginary way. We had to choreograph fights against non-existent opponents & repeat them exactly with no point of reference that we were working to. This was a particular challenge as the normal process is to have another character - either dressed in costume, or sometimes in a green suit, just as a reference - to work with. However I guess our performances then gave the visual effects team some interesting moves & choreography with which then to create the rest of the fight.
SWCP: You have been the double of Hugh Jackman in several films, from X-Men to Van Helsing.So, was created a great empathy between both of you?
R.B: I have known Hugh Jackman for nearly 20 years. When I first met him, he was in a musical theatre show in Melbourne, Australia & I was on a short hiatus from working on the Luc Besson film The Fifth Element. At that stage Hugh was at the beginning of his career & was asking me what it was like working  on a big budget movie.... I guess he knows that even better than I do these days!! Hugh is not only a fantastic actor, but also a great athlete, & a really lovely man. Working stunts with him quite often involves me just rehearsing & developing a particular sequence which I then rehearse him into until ultimately he is able to do a significant number of his own stunts himself. This is very rewarding since I get to see action that I have created & developed, along with the stunt coordinator, shot in a way, with the actual actor, which is often not possible with other actors. Of course there are always elements of action which it is not possible, or safe for Hugh to do himself. In that case I am more than happy to step in & make him look really good in my own way. I believe a huge part of being a stunt double is in the acting, as well as the physical ability, that I bring to the job. I spend a long time watching Hugh when he is in character, watching how he moves, how he holds himself, how he relates to the other characters in a physical way, in order to seamlessly reproduce this in my performance. I am now working on my 6th film with him & I believe the trust & empathy now runs both ways, with Hugh trusting my judgment of his ability & safety as well as the fact that I will always make him look good in my own performance, & equally that I can trust that once I have rehearsed him into even the most complex of sequences, I know that he will then carry it off with unequalled style.  


SWCP: You were nominated for Taurus World Stunt Award for best fight 2007.In which film did this combat makes part?
R.B: In 2007 I was nominated for Best Fight fir X Men 3. This was the fight where Wolverine & Juggernaut clash. They come together as unstoppable meets indestructible, with Juggernaut flinging Wolverine up in the air as they charge at each other, then throwing him in through a house window. He then throws Wolverine up through the ceiling & & he comes crashing back down through the ceiling further into the room, before Juggernaut kicks him out of the house through the window & wall. This last section was all achieved in one shot.
SWCP: The Taurus award is like an Oscar prize for stunt performers?
R.B: Yes. The stunt department is the only department not recognized by the Academy in the Oscars. There has been constant lobbying over may years to try to get this changed, but so far with no luck, so until that time we have the Taurus Awards which recognize the whole world of stunts in movies.
SWCP: Which times of our History do you like working more?
R.B: I particularly enjoy working in any movies which are recreating a historical event. While I was never very interested in the subject of history at school, I find working on recreating an event - & if a movie is getting made of it it's probably an interesting & exciting event - somehow brings it to life in a way I find so real. For example when I worked on the film Titanic, each week we would get info sheets given out to the crew explaining in detail eyewitness accounts of the events surrounding the story element we were due to shoot that week. This was great.
SWCP: Would you like to leave a message for your fans?
R.B: I'm glad you enjoy action movies. Do remember that to create a great a great action movie it is always a huge team effort. The director may have the original vision & the actors may portray your heroes, but the weeks & months spent by the stunt team, the camera team & the second unit (action) director are  often the ones who actually make the action elements so exciting for us all to watch.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Dois novos Clone Troopers da linha Elite Collection da Attakus


Attakus apresenta duas novas figuras à escala de 1:10 de Clone Troopers da linha Elite Collection: 212 Attack Battalion: Utapau Clone Trooper e Revenge of the Sith Clone Trooper: Classic Version.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Rumores sobre o episódio VII


Mais alguns rumores sobre o episódio VI de Star Wars:

 
 

  • Em relação a que atores irão regressar, existem evidências que apenas um dos três (Hamill, Ford, Carrie) tenha assinado algo, e não será surpresa de que todos eles não voltem no Episódio VII, mas que apareçam em momentos diferentes na nova trilogia. E aquele que já teria assinado seria Harrison Ford.
  • Um planeta de “The Old Republic” irá aparecer no filme; rumores antigos já indicavam que Korriban, o planeta dos Sith, iria aparecer, mas agora novas informações surgem para indicar que talvez o planeta seja Corellia (Tem tudo a ver com Han Solo) e não Korriban.
 


 
 
  • Rumores também indicam que a Millenium Falcon já foi reconstruída e está pronta para as filmagens, o que uma vez mais junta à informação de que Harrison Ford já teria assinado para aparecer no Episódio VII.

Mas existem mais rumores para o Universo Expandido e para os jogos:

  • O Universo Expandido não vai sumir, mas vai mudar, mas o contrato irá continuar com a Dark Horse, que parece já estar a renovar-se e a preparar-se para uma nova mudança no formato das revistas de Star Wars.
  • E o E.A. do Canadá estará a trabalhar num novo jogo de Star Wars de Mundo Aberto, e provavelmente este seria o RPG que estaria na mão da Bioware, e o jogo seria apenas para a nova geração de consolas: Playstation 4 e Xbox One.

Claro que tudo isto não passa de rumores, mas vamos acompanhar para ver se alguns deles se tornarão realidade.


 

domingo, 1 de dezembro de 2013

Entrevistas SWCP: Nuno Bernardo

O Português Nuno Bernardo é o fundador da produtora beActive e o argumentista e produtor do filme `Collider´que retrata um grupo de seis personagens que são transportados para o ano de 2018 no Campus do CERN após o apocalipse.
SWCP: Como surgiu a ideia de realizar um filme de ficção científica (Collider) com estas características?
N.B: Apesar de não ser um fã confesso de ficção científica, a ideia de criar uma história com base no Fantástico e regras diferentes da realidade do dia-a-dia é algo que sempre me atraiu. A vantagem do género (ficção científica) é que podemos pegar em pessoas normais, em personagens comuns, e colocá-las num novo mundo, novo tempo e espaço, com regras diferentes do mundo real. Como é lógico, isto permite expandir a criatividade e desenvolver histórias muito mais interessantes. Assim surgiu COLLIDER. Mesmo não sendo um fã do género foi possível tentar encontrar factos reais que permitissem desenvolver a história, e o CERN (e o LHC) parecerem excelentes pontos de partida. 

SWCP: Achas que este filme é um exemplo a seguir por outras produtoras, provando que com um baixo orçamento se podem fazer filmes de qualidade nesta área? 

N.B: Este ano – 2013 – tivemos dois filmes Portugueses de Ficção Científica e Fantástico nas salas de cinema. Algo que considero único no panorama nacional. Espero que isto seja o início de algo (e não apenas uma casualidade). A beActive espera poder produzir mais filmes do género e que outras produtoras também se aventurem neste segmento. Muitas vezes, as restrições orçamentais levam-nos a soluções muito mais criativas e a filmes mais interessantes para a audiência.
SWCP: Esta pergunta é inevitável: O que farias se pudesses voltar atrás no tempo?
N.B: Provavelmente, teria produzido o COLLIDER há muito mais tempo.
SWCP: Como tem sido a crítica quer a nível dos Media, quer pelo público em geral acerca deste filme?
N.B: As críticas do público em geral têm sido bastante positivas, como se comprova no Facebook e nos diferentes fóruns da especialidade. No entanto, é normal que um filme deste género, em Portugal, não agrade a todos. Especialmente quando falamos de um filme de baixo orçamento, quando se compara aos filmes do género que todos os meses chegam de Hollywood, com orçamentos 200 vezes superiores. Mas julgo que quem viu o filme, teve uma experiência positiva. Muitos dos comentários referem a excelente interpretação dos atores portugueses, a fotografia, a tensão criada ao longo dos 90 minutos, algo que não é normal no cinema nacional.
SWCP: Além dos patrocinadores oficiais, achas que o apoio de outros grupos como o SWCP-Star Wars Clube Portugal, foi fundamental para a divulgação do Collider? 


N.B: O Star Wars Clube de Portugal, o Portugal Fantástico e dezenas de outros sites, blogs e grupos foram essenciais na promoção do filme. O nosso objetivo era conseguir captar a atenção dos fãs do género para o nosso projeto e filme e por isso, estas redes digitais foram instrumentais no boca-a-boca. Por exemplo, o COLLIDER teve mais espectadores na segunda semana de exibição do que na primeira. Uma das explicações está diretamente relacionada com a divulgação e com o passa-a-palavra dos fãs e dos membros do vosso grupo (e de outros grupos) que levaram mais pessoas ao cinema para ver COLLIDER.
SWCP: Está a equacionar a hipótese de realizar um Collider II?
N.B: O COLLIDER tem sido uma grande aposta da beActive. Com este projeto aventuramo-nos em novas áreas como os livros de BD e os videojogos. O filme que agora está nas salas de cinema é, se quiseres, o fim da primeira etapa do COLLIDER. Estamos neste momento a produzir uma Web series animada chamada COLLIDER 2017, que retrata os últimos dias da personagem Lúcia de Souza (interpretada pela Teresa Tavares no filme) antes de ela saltar para 2018. É uma espécie de sequela onde vamos poder ver mais a derradeira luta dos sobreviventes contra os Unknowns. Sendo feita em animação, poderemos apostar mais nas cenas de ação. Além disso estamos a prepara o guião para um piloto de uma possível série de Televisão baseada nas personagens do filme. Ou seja, o que é que elas vão fazer, agora que voltaram ao presente e o mundo já não vai terminar em 2017. Está ainda em cima da mesa fazer uma sequela para cinema. A certeza é que ainda se vai ouvir falar muito do COLLIDER. 

SWCP: Que projetos a beActive está atualmente a produzir?

N.B: Além da série animada COLLIDER 2017, estamos prestes a estrear o nosso primeiro Documentário para cinema, “A Estrada da Revolução” e a preparar a produção de “Made with Love”, uma comédia romântica baseada num livro que editamos no início de 2013 e que já tem 3 milhões de leitores em todo o mundo. Estamos ainda a considerar projetos na área do Fantástico, nomeadamente Block X, uma distopia que estamos a negociar com uma produtora inglesa.