terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Logotipo do VII Anivº do SWCP

O Luís Oliveira é o primeiro participante do passatempo do logotipo do nosso 7º aniversário,que nos enviou o seu trabalho retratando um campino numa Speederbike.Aproveitem o exemplo do Luís e enviem-nos logos deste género.Toda a informação para participarem neste concurso está disponível aqui: http://swccpt.blogspot.pt/2014/01/concurso-logotipo-do-7-aniversario-do.html#links

.The Old Republic Insider -- January 2014 .

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Parabéns Cristiano!


Os Stormtroopers marcarão presença em SW: Rebels

Segundo uma notícia da Entertainment Weekly,os Stormtroopers irão marcar presença na nova série de animação da Disney XD,Star Wars: Rebels que se situará temporalmente entre o episódio 3 e o 4.Outro personagem  que surgirá nesta série será o Inquisitor que terá como missão ordenada pelo Imperador,a eliminação dos Jedi que sobreviveram à Ordem 66,tendo os Stormtroopers a ajudá-lo nessa missão.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Entrevistas SWCP: Jan Urschel

Jan Urschel é um ilustrador conceptual que trabalha na indústria do entretenimento:Filmes,videojogos,capas de livros e CDS.Urschel trabalha atualmente para a Ubisoft onde destacamos os seus trabalhos em Star Wars: 1313 e Star Wars: First Assault.
SWCP: Fale-nos dos seus trabalhos nos videojogos de Star Wars.
J.U: Fui contratado como artista conceitual na LucasArts e primeiro comecei a trabalhar no Star Wars: First Assault que durante algum tempo fiz principalmente desenho de ambientes e adereços. Tivemos uma grande equipa e o jogo pareceu muito prometedor. Depois disto, passei a trabalhar no SW:1313 também a fazer principalmente desenhos de ambientes mas também transportes e adereços. Foi o projeto mais desafiante que estive envolvido até agora. Foi ótimo fazer parte de uma equipa que tentava ir aos limites para fazer um grande jogo. Devido a ambos os jogos ainda estarem por lançar, não posso compartilhar qualquer história ou detalhes do projeto mas espero no futuro poder publicar um pouco do trabalho que fiz para aqueles dois jogos.
SWCP: Que ferramentas de trabalho usa na sua arte?
J.U: Muitas vezes uso somente a caneta e o papel para esboçar ideias rápidas mas o meu instrumento principal de trabalho é o Fotoshop e uma caneta para tablets como a Wacom Intuos. Enquanto trabalhei na LucasArts também usei o Maya como instrumento de modelagem primário em 3D para construir transportes e ambientes. Pessoalmente prefiro o Modo e o Zbrush para ajudar-me a visualizar os meus desenhos.
SWCP: Ao que sabemos, é fã do filme Blade Runner.O que o atrai mais nesse filme?
J.U: Ele é até agora o meu filme favorito de todos os tempos. Para mim é completamente perfeito. O que se destaca para mim especialmente são naturalmente os desenhos assombrosos feitos pelo Syd Mead, a cinematografia e o humor. O visual do filme é eterno e ainda parece melhor do que quando foi feito desde então.
SWCP: É também fã de Star Wars? 

J.U: Cresci com os episódios 4, 5 e 6 de Star Wars e ainda sou um grande fã desses filmes. Nunca me debrucei demasiado sobre os livros, jogos e banda desenhada do universo estendido. Para ser honesto, mas é assombroso ver como uma ideia pode ser a fundação deste inacreditavelmente vasto e detalhado mundo. Foi formidável ser capaz de contribuir para isto, para um legado crescente no universo de Star Wars.
SWCP: O que o inspirou a se tornar num artista gráfico?
J.U: Desde que me lembro, foi a fantasia, as novelas e filmes de ficção científica dos anos 80 e início dos anos 90 que tiveram o impacto maior em mim. Contudo, foi só depois de algum tempo é que me apercebi que eram pessoas normais (mas naturalmente muito talentosas) que nos bastidores faziam aqueles filmes (a maior parte através dos making-of apresentados nos DVDs).Foi a partir daí que comecei a pensar seriamente em fazer este tipo de trabalho.
SWCP: Que mensagem quer enviar aos fãs dos seus trabalhos?

J.U: Espero que a minha pequena contribuição para o mundo da arte inspire mais pessoas a criar as suas próprias ideias e mundos. Talvez um dos vossos leitores aqui terá uma ideia para o próximo franchise de ficção científica. Nunca deixem de sonhar! 
ENGLISH VERSION:
Jan Urschel is a concept illustrator working in the entertainment industry: Films, videogames, book/CD covers, etc.
Urschel currently works for Ubisoft in the Star Wars video games 1313 and First Assault.
SWCP: Tell us about your work on the video games Star Wars: 1313 and First Assault.
J.U: I was hired as concept artist at LucasArts and first started working on First Assault for a while doing mainly environments and prop design. We had a great team and the game looked very promising. After that I moved on the groundbreaking 1313 doing also mainly environment designs but also vehicles and props. It was the most challenging project I was on up until this point. It was great being part of a team that was trying to push the boundaries of how good a game could look so much. Due to the fact that both games are unpublished I won’t be able to share any story or project details but I hope in the future I will be able to publish some of the work I did for those two games.
SWCP: Which tools of work do you use?
J.U: I often use just pen and paper to sketch out quick ideas but my main tool would be Photoshop and a pen tablet like the Wacom Intuos. While at LucasArts I also used Maya as my primary 3D modelling tool to build vehicles and environments. Personally I prefer Modo and Zbrush to aid me in visualizing my designs.
SWCP: As we know, you are a fan of `Blade Runner’. What attracted you more in this movie? 

J.U: It is to date my favorite movie of all time. For me it is utterly perfect. What stand out for me especially are of course the amazing designs done by Syd Mead, the cinematography and mood. The look of the movie is timeless and still looks better than anything done since.
SWCP: Are you also a Star Wars fan?
J.U: I grew up with Star Wars Episode 4, 5 and 6 and still am a big fan of those movies. I never got too much into the whole extended universe of books, games, comics etc. to be honest but it is amazing to see how one idea can be the foundation of this incredibly vast and detailed world. It was great to be able to contribute to this ever growing legacy of the Star Wars universe.
SWCP: What first inspired you to become an artist?
J.U: As best as I remember it was fantasy and science fiction novels and science fiction movies of the 80s and early 90s that had the biggest impact on me. However it was only some time later that I realized that there were normal (but of course very talented) people behind the scenes making those movies (mostly through making-of features on DVDs). That’s when I thought seriously about doing this kind of work.
SWCP: What message would you like to leave for the fans of your works?
J.U: I hope that my small contribution to the art world inspires more people to create their own ideas and worlds. Maybe one of the readers here will have an idea for the next big science fiction franchise. Never stop dreaming!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Capitão Solo/Versão Planeta Hoth


A Sideshow Collectibles apresenta uma magnífica e detalhada estátua do Capitão Han Solo/Versão Planeta Hoth,com 304,8 mm de altura que já se encontra em pré-venda pelo preço de US$199,99 estando previstas as respetivas entregas em Novembro de 2014.A figura do Taun Taun é vendida separadamente.



Esculturas de Star Wars

Na página do Facebook do grupo South Florida SW Fan Community,estão publicadas várias fotos de esculturas de Star Wars em areia e gelo feitas em vários pontos do globo,mostrando que não há limites para a imaginação e arte dos fãs de Star Wars!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Princesas da Disney/Star Wars

E se as princesas da Disney fizessem parte do universo Star Wars?O artista Ralph Sevelious criou algumas cross-overs em que transforma esses personagens em Jedi,Sith e Caçadores de recompensas.
Fonte: http://pushfighter.deviantart.com


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Parcerias SWCP: Kingpin Books

A loja  Kingpin Books juntou-se às nossas parcerias,em que os nossos sócios têm um desconto de 5% na compra dos artigos desta loja especializada em BD,livros e merchandising.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Entrevistas SWCP: Dennis Lowe


O britânico Dennis Lowe é um artista e supervisor de efeitos especiais em filmes como: O Labirinto: O oitavo passageiro,Alien,História Interminável e Star Wars: O Império contra ataca.

SWCP: Fale-nos um pouco sobre o seu trabalho no episódio V de Star Wars.

D.L: Depois de trabalhar em 'Alien' nos Estúdios Bray, fui enviado para os Estúdios Elstree para me juntar ao resto da equipa que tinha começado alguns meses antes depois de deixar a Produção de Alien. O Brian Johnson tinha assinado um contrato com a Fox que levou a começar a trabalhar em Star Wars: O Império contra ataca, mas houve uma sobreposição; portanto alguns membros da equipa tiveram de partir para fazerem preparações antes de começarem as filmagens. Trabalhei na principal oficina de SFX como Técnico de Efeitos e foi me dada a função de trabalhar com a armadura do modelo de Yoda radio-controlada. Houve algumas versões feitas para diferentes funções, foi quase impossível fazer com que o personagem fizesse demasiados movimentos, houve uma versão de marionete que o Frank Oz usou para articular as expressões faciais. Houve uma química 'no Império contra ataca' que foi diferente de `Alien' já que `Alien´ foi um projeto artístico ao passo que 'o Império contra ataca' teve uma aproximação mais fabril de filmar a criação que nos foi dada diretamente desde o início assim foi um pouco como regressar aos velhos tempos... Trabalhando à maneira antiga! 
 

SWCP: E em Aliens:O oitavo passageiro, que tipo de trabalho fez?

D.L: No início fui trabalhar nos Estúdios Shepperton na Oficina de Efeitos Especiais e comecei a trabalhar com o Guy Hudson,fazendo todos os painéis de trabalho que foram ajustados às consolas na ponte do Nostromo. Fomos um par que produziu aproximadamente 6 painéis por dia num abrigo de madeira atravessando a oficina dos Carpinteiros, fomos deixados em paz para continuar o trabalho sozinhos, o Guy foi um grande colega quem sempre tinha uma piada para lançar e foi induzido em ousadia pelo seu chefe Nicky Allder. Foi uma época maravilhosa, sempre sentimos que a equipa de SFX era como uma família, houve algumas pequenas discórdias mas foram logo resolvidas e no fim do dia íamos para o bar rever os prós e os contras das decisões que tínhamos feito.

Depois da realização de todos os painéis, fui enviado para os Estúdios Bray onde os modelos deveriam ser feitos e filmados. Para mim foi a melhor parte da produção já que eramos todos jovens e tomávamos as nossas próprias decisões, se tivéssemos de passar pelo teste do Nick Allder significava que teríamos de fazer umas piadas e partidas para demonstrar que não eramos delicados e medrosos na experimentação. Penso que o Nick pode ver isso nos nossos olhos, pelo que podemos ser responsáveis por aquele trabalho em particular.

Ajudar a construir a Nostromo sob a supervisão do Martin Bower e Bill Pearson foi uma grande experiência e eu lembro-me da sensação de saber que estávamos todos numa viagem assombrosa, mas quando começamos a trabalhar no departamento de arte para o modelo Derelict concebido pelo Giger, sabíamos com certeza que isto atingiria o limite da criatividade que nenhum de nós tinha visto antes. Tornei-me mais útil na etapa das filmagens assim que os modelos eram finalizados e foi lá que passei o resto do meu tempo até que nos mudámos para o projeto de Star Wars.

Na época de `Alien ´eu já tinha formado a companhia Arkadon (1980) com o meu amigo Nick Pollock que concebeu o software, e logo depois do nosso primeiro empreendimento 'Spaceworks' para o Joe Strick (que o fez para a TransLux Corporation) convidamos o Brian Johnson a juntar-se a nós já que ele tinha um forte apoio na indústria e que nos deu o nosso primeiro grande projeto 'História Interminável'. Este passo no controle de movimentos deu-me a parte final do puzzle para produzir efeitos visuais mais realistas. 

SWCP: Como surgiu a ideia de realizar a série documental `Alien Makers´?

D.L: Depois de ver alguns vídeos corporativos de 'a Criação de Alien ´lembro-me de pensar que 'isto não é como eu vi a produção' e pensei que seria interessante em mostrar como 'os meninos do quarto dos fundos´ o viram com todas aquelas histórias fascinantes que os produtores e os contadores nunca viram; eu quis tentar e recriar o cheiro da oficina, a cola, a pintura e o gosto de criar verdadeiros modelos. Foi importante ver que essas foram as verdadeiras pessoas com problemas reais e soluções. Eu também passei por uma fase terrível fazendo esses documentários, mas foi bom ver o projeto por todos aqueles olhares diferentes.

SWCP: É também escultor e pintor. Em que temas se baseia na sua arte?

D.L: Depois que fui para a escola de arte e colégio que sempre duvidei do mundo da arte como se ela necessitaria que o artista tivesse de “ir para a cama com o homem de negócios”.... Há um provérbio comum que diz: ‘A Arte segue o dinheiro, o dinheiro segue a arte' e fui sempre contra o acordo que é feito do que vem do coração e o que pretende vir do coração se houver dinheiro implicado. Sou o filho de um mineiro de carvão e há ainda uma parte de mim que é socialista e cheguei à conclusão que cada um tem de invadir o sistema no interior para ser capaz de modificá-lo de pequenas maneiras. Eu sempre volto à pintura e escultura durante algumas horas depois de uns dias de muito trabalho na indústria cinematográfica.

A Anatomia e Natureza são o que gosto de recriar e de alguma maneira tenho desenhado nas escolas italianas de arte especialmente quando está rodeada por arte 'moderna', ou até mesmo de material conceptual que só necessita de uma ideia abstrata.

SWCP: `First Kinight´foi o seu primeiro filme em versão digital. Que diferenças destaca entre este tipo de filmes e os em que tinha trabalhado anteriormente?

D.L: Foi uma verdadeira revelação quando me apercebi pela primeira vez que a tecnologia digital já era uma realidade. Tinha esperado décadas para isto para acontecer. Eu cansava-me do mundo analógico com os seus esboços, mau desenvolvimento, má impressão, confiar em alguém que não sabia fazer o seu trabalho e era responsável pelo seu bebé e depois deixava-o cair. O simples fato de que finalmente foi possível copiar sem perda de qualidade foi um milagre para mim e ter um resultado limpo depois de atravessar tantos processos, foi um sonho realizado. Sinto-me ainda agradecido por este dia. Não há nenhuma comparação possível e nem cavalos selvagens me arrastariam para trás para fazer coisas em filmes como anteriormente.

SWCP: Que mensagem quer enviar aos fãs de Star Wars?

D.L: Penso que é realmente importante seguirem o vosso coração na vida pois acredito que não há nada mais depois disto. Ainda acordo a pensar em como me sinto feliz por estar a fazer o que sinto e sinto-me grato por ser capaz de fazer ser isto com felicidade porque poderia ter sido muito diferente... Façam o que sentem antes que seja tarde demais ...

Tudo de bom!

Dennis

 



ENGLISH VERSION:

 
The British Dennis Lowe is an effects artist and supervisor, who worked for many films such as: Labyrinth, Never Ending Story, Aliens (1979) and Star Wars: The Empire Strikes Back.
SWCP: Tell us a little more about your work on Star Wars: Episode V.
D.L: After working on 'Alien' at Bray Studios I was sent to Elstree Studios to join the rest of the crew that had started a few months earlier after leaving the Alien Production.

Brian Johnson had signed a contract with Fox that led to the start of 'Empire Strokes Back' after 'Alien' but there was an overlap so some of the crew had to leave to make preparations before the shooting started. I worked in the main SFX workshop as an Effects Technician and was eventually given the job of working on the radio controlled armature for the Yoda model. There were a few versions made that did different jobs, it was almost impossible to have the character do too many movements, there was a puppet version that Frank Oz used to articulate the facial expressions. There was a chemistry on 'Empire' that was different from 'Alien' in so much as 'Alien' was an artistic project where as 'Empire' had a more factory approach to film making that was made clear to us right at the start so it was a bit of a come down for me.....back to work in the OLD way!!
SWCP: And on Aliens (1979) what kind of work did you do?
D.L: At first I was deployed at Shepperton Studios in the Special Effects Workshop and started working with Guy Hudson making all the working panels that were fitted into the consuls in the Nostromo Bridge. We were a pair that produced approx. 6 panels a day in a wooden shed just across the Carpenters workshop, we were pretty much a law unto ourselves and were left alone to get on with the job, Guy was a great pal who always had a joke to play and was schooled in being cheeky from his boss Nicky Allder. It was a great time and I will always treasure the family feeling that the SFX crew had together, there were tiffs bit they were soon resolved and there was always the bar at the end of the day to go over the pros and cons of the days decision making. After the completion of all the panels I was sent to Bray Studios where the models were to be made and filmed. For me it was the best part of the production as we were all young and made our own decisions if we passed the Nick Allder test....that means we had to take a joke and a prank and show that we were not too delicate and afraid of experimentation. I think Nick could see it in our eyes weather we could be responsible for a particular job. Helping build Nostromo under the supervision of Martin Bower and Bill Pearson was a great experience and I remember the feeling of knowing then that we were all on an amazing voyage but when we started to get Art Department drawings in for the Derelict model from Giger we knew for sure that this was cutting edge creativity that none of us had seen before. I became more useful in the shooting stage as the models were being finalized and it was there that I spent the rest of my time until we moved onto the Star Wars project.
By the time of 'Aliens' I had already formed a company Arkadon (1980) with a friend Nick Pollock who wrote the software and soon after our first venture 'Spaceworks' for Joe Strick (who made it for the TransLux Corporation) we invited Brian Johnson on board as he had firm footing in the industry that gave us our first big project 'Never Ending Story'. This move into motion control gave me the final piece of the jigsaw to produce more realistic visual effects.
SWCP: How the idea appeared to make the documental series `Alien Maker´s´?

D.L: After watching a few corporate videos of the 'Making Of Alien' I remember thinking "this is not how I saw the production" and thought that there would be interest in how the 'backroom boys' saw it with all those fascinating stories that the producers and accountants never saw, I wanted to try and recreate the smell of the workshop, the glue, paint and taste of he making of real models. It was important to see that these were real people with real problems and solutions. I also learnt an awful lot by making these documentaries and it was good to see the project through all those different eyes.
SWCP: You´re also a sculptor and a painter. What themes are based on your work in this area?
D.L: Ever since I went to art school and college I was always doubtful of the art world as it required the artist to get into bed with the business man....there is a common saying 'Art follows money, Money follows art' and I was always torn between the deal that is made from what comes from the heart and what pretends to come from the heart if there is money involved. I am the son of a coal miner and there is still a piece of me that is a socialist and I have come to the conclusion that one has to invade the system inside to be able to change it in small ways. I would always come back to painting and sculpture for a few hours after a full days work in the film industry.
Anatomy and Nature I love to recreate and somehow I've been drawn to the Italian schools of art especially when surrounded by 'modern' art, even conceptual stuff that only requires an abstract idea is tempting to do battle with.
SWCP: `First Kinight´was your first true digital film. What differences do you stand out between this film and the previous ones in which you worked before?

D.L: It was a true revelation when I first became aware that digital technology was a reality, I had been waiting decades for this to happen. I was tiring of the analogue world with its scratches, bad developing, bad printing, relying on someone who did not know their job to be responsible for your baby and fouling it up. The simple fact that finally it was possible to copy without quality lose was a miracle to me and to have a clean result after going through so many processes was a dream come true. I am still grateful to this day. There is no comparison and wild horses would not drag me back to doing things with film.
SWCP: Would you like to leave a message for Star Wars fans?
D.L: I think that it's really important to follow your heart in life as I believe there is nothing else after this. I still wake up thinking how lucky to be doing what I feel is true and I'm always grateful for being able to be this happy because it could have been oh so different...Do what you feel before it is too late...
All the best
Dennis