domingo, 21 de junho de 2015

Um Sul-Coreano fanático por Star Wars


O Sul-Coreano Cho Woongs tem uma extraordinária coleção de memorabilia de filmes em especial de Star Wars,na sua casa e no seu restaurante em Daegu que é um autêntico museu.A sua paixão por filmes começou desde criança quando o seu pai o levou ao cinema pela primeira vez.A sua coleção é composta por centenas de estátuas,bustos e figuras,especificando-se em figuras de edição limitada de alta qualidade.
Fonte: starwars.com






sábado, 20 de junho de 2015

Imagens promocionais de Star Wars Battlefront


A Electronic Arts publicou recentemente imagens promocionais do novo jogo de Star Wars: Battlefront,apresentando três personagens que se destacaram em `O regresso de Jedi´: Darth Vader,Luke Skywalker e Boba Fett.Fonte: www.jeuxvideo.com



sexta-feira, 19 de junho de 2015

Entrevistas SWCP: Ronald Falk

O ator Australiano Ronald Falk foi a voz do Dexter Jettster,o dono do restaurante Dex Dinner em Star Wars:O ataque dos Clones.
SWCP: Como surgiu a oportunidade de participar em Star Wars:Episódio II?
R.F: Robin Gurland,o diretor de cating de Star Wars II viu-me a tuar na peça ”A month in the country” na Sidney Opera House no papel do velho vizinho do ladochamado Bolshintzov e suponho que tenha gostado da minha atuação e da minha voz e enviou-me um guião para fazer uma audição na próxima segunda feira .No domingo apanhei um voo para Melbourne para ver a minha (agora falecida) irmã que estava hospitalizada,sofrendo de um grande tumor que estava situado na sua coluna vertebral;ela não podia ser operada ou ser tratada com radioterapia,apenas pôde ser tratada com quimioterapia ,o que a deixou de tal forma nausateada que nem pode falar comigo ou com a minha mãe.Então,voltei mais tarde para Sidney naquele dia tendo-me esquecido dos óculos!Na audição de segunda feira,acabei por usar uns velhos óculos que só tinham uma das hastes que estavam sempre a cair e eu não conseguia lembrar-me dos meus diálogos tendo feito uma confusão total.Deus sabe que como foi o meu “Bolshintzov” nessa noite!Três semanas depois,recebi uma surpreendente chamada telefónica do Robin Gurland a pedir-me para voltar a fazer uma nova audição.Desta vez tinha a lição bem estudada e fui finalmente bem-sucedido. 

No dia em que o Ewan McGregor e eu filmámos a cena nos estúdios da Fox em Sidney,o cenário do `Dex Dinner no fim do mundo´era enorme.Nesse dia estava a chover e o Sir Alec Guinness tinha falecido nessa madrugada.`Aussie day´(Termo usado para descrever uma marca de heroísmo particularmente australiana).O Ewan parecia estar muito abatido-aliás estávamos todos nós,claro e demorou cerca de uma hora a ficarmos um pouco mais animados.Depois de tomarmos café e contarmos algumas rudes anedotas, o Ewan voltou a ser aquela extraordinária pessoa.Continuámos a contar anedotas muito discretamente entre os `Takes´durante o dia,esquecendo-nos que a maioria da equipa usava headphones e que portanto não podiam ouvir!Foi um dia formidável;passei a maior parte do tempo com os tipos do departemento de animação que queriam que lhes desse toda a performance:Voz e movimentos,então andei às voltas no meu grande blusão Duffle e eles mantiveram a maioria disso.
SWCP: Teve algumas sugestões do realizador para o tipo de voz e movimentos do seu personagem(Dexter Jettster)ou foram todos inventados por si?
R.F: A ideia de abraçar o Ewan foi minha,quando o Obi-WAN e o Dexter se voltaram a encontrar ao fim de muito tempo;e o meu par de braços superiores envolveram o seu tronco,mas quando sugeri que esses braços deviam apalpar as suas nádegas ,alguém disse”De modo algum,isto é um filme de família!”.Ficámos ambos desapontados já que parecia ser uma coisa lógica e inocente de se fazer e seria uma óptima gargalhada.No final do dia,apareceu o George Lucas e deu-me os parabéns pelo meu trabalho,mas acho que ele faz isso com toda a gente;pareceu-me ser um pouco tímido.
SWCP: Lembra-se de alguma situação cómica/caricata que tenha ocorrido durante ou depois das filmagens?
R.F: Alguns meses depois num estúdio em Melbourne/Victoria,depois de ter acontecido o atentado às Torres Gémeas,eu “Remasterizei” a voz de forma a condizer com o movimento dos enormes lábios do Dexter,com o G. Lucas a orientar-me pelo telefone nos E.U.A,ao mesmo tempo em que assistia à animação pela primeira vez,e desta vez,ele pareceu-me muito afetuoso e menos tímido,o que me agradou imenso.
SWCP: Quer enviar alguma mensagem aos seus fãs?
R.F: A mensagem que quero enviar aos meus fãs-Já que insiste,é a de que sou um ávido evolucionista e sinto-me contente e orgulhoso por saber que tenho 3% do gene da sabedoria do Neanderthal e acho que é maravilhosamente entusiasmante que tenhamos evoluído a partir de uma simples célula até à várias etapas da vida:Ameba,peixes,anfíbios,réptiles,dinossauros e depois através dos vários tipos de mamíferos:Macacos e primatas,muito mais excitante do que qualquer tipo de religião que me parece ser demasiado conflituosa e manipulativa.Mas é para onde estamos a ser direcionados,qual será o nosso próximo passo na evolução e onde estaríamos agora se os dinossauros não se tivessem extinguido?Obrigado por lerem tudo isto,tudo de bom para o vosso futuro neste mundo conturbado.




 

ENGLISH VERSION:

The Australian actor Ronald Falk was the voice of Dexter Jettster-the patron of Dex´s Diner Restaurant in Star Wars: The attack of the Clones.
SWCP: How did the opportunity to work in Star Wars: Episode II?
R.F: Robin Gurland,the casting director for Star Wars II,came and saw me in Turgemers”A month in the country” at Sidney Opera House, playing the old next door condowner,”Bolshintzov”and I suppose he liked what I was doing, and my voice, and sent me a script to do an audition the following Monday. On Sunday, I flew down to Melbourne to see my dying sister who was in hospital with a large tumour, which had invaded her spinal column. She couldn´t have surgery on it or radiotherapy-only chemotherapy, which had so nauseated her that she couldn´t talk to me or to my mum, and so I flew back to Sidney later that day, having left my glasses behind! I went to the audition on the Monday using an old pair of glasses with only one arm and they kept falling off and I couldn´t remember the lines; so, I made a total mess of the whole thing. God knows what my “Bolshintzov”was like that night! 

Three weeks later, we had a surprise call from Robin Gurland asking me to come back and try the audition again. I learnt it properly the second time around and was finally successful.
The day that Ewan McGregor and I shot the scene at Fox Studios in Sidney it was on an enormous set of ´Dexter´s Dinner at the end of the world´-It was raining and Sir Alec Guinness had died very early that morning `Aussie´ time. Ewan looked very down-we all were, of course, and it took us about an hour to brighten up. After coffee and some rude jokes, Ewan became his wonderful self again. We kept telling each other jokes between `takes´ during the day, very quietly, forgetting that most of the crew were wearing headphones and could hear everything! It was a great day. I dealt mainly with the animation guys, who wanted me to give them the whole performance, voice and movement, so I bumbled around in my big duffle jacket and they kept most of it.
SWCP: Did you have some suggestions from the director for the voice type or movements of Dexter Jettster, or was it invented by you?
R.F: It was my idea to hug Ewan when Obi-Wan and Dexter met again after such a long time, and my atop pair of arms went around his upper body, but when I suggested that the cower pair a should clutch his buttocks, someone said: “No way, this is a family show!” We were both disappointed as it schemed such an innocent and logical thing to do, and would have been a great laugh. At the end of the day, George Lucas came and congratulated me, but I suppose he does that to everyone-he seems a bit shy. 

SWCP: Do you remember of any funny situation, during filming or later?
R.F: Some months later in a studio in Melbourne/Victoria, after the Twin Towers disaster, I “remastered “the voice to match Dex´s huge lips, with George Lucas coaching me by phone from America as I watched the animation for the first time, and he sounded very warm and much less shy, which pleased me a lot.
SWCP: Would you like to send a message for your fans?
R.F: My message for my fans-if you insist- is that I am an avid evolutionist and I am glad and proud to know that I am about 3% Neanderthal gene-wise and I think it wonderfully exciting that we have evolved from a single cell, through all the various stages of life:-amoeba, fish, amphibians, reptiles, dinosaurs and then up through various mammal forms: apes and primates-much more exciting than any of the religions, which seen to me far too quarrelsome and manipulative. But where are we headed for now, what will our next evolutionary stage be, and where would we be now, if the dinosaurs hadn´t been wiped out?
Thank you for reading all this and I wish you all, all the best for the future in this troubled world.
Yours ever
Ronnie Falk

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Starwars / Imperial Star Destroyer - homemade - in progress (not Randy Cooper or a lego one)

Star Wars pela primeira vez na China!

A China vai exibir nos seus cinemas pela primeira vez,40 anos depois desta saga se ter tornado um fenómeno mundial.O Shangai Film Festival vai exibir os seis filmes pela primeira vez esta semana nas principais salas de cinema chinesas.As lotações esgotaram completamente num dos cinemas que exibiu o primeiro filme de Star Wars.Fonte: Jornal O Metro

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Star Wars VII em destaque na revista Geek

A edição nº 3/volume 2 da revista francesa Geek,destaca Star Wars:O despertar da Força com um dossier de 40 páginas que fala sobre os fãs,atores,convenções e uma entrevista a Mark Hamill.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Entrevista a G.Lucas sobre o seu trabalho na ILM

Numa entrevista em exclusivo à USA TODAY,George Lucas fala dos seus 40 anos ao serviço da ILM.
Quando George Lucas quis realizar o seu sonho de Star Wars há 40 anos ele criou a Industrial Light and Magic para coincidir com a sua visão. Hoje, a ILM tornou-se um gigante em efeitos especiais para a indústria cinematográfica e continua a desafiar os limites da magia do cinema. Há mais de quatro décadas, a ILM não só tem fornecido efeitos para a série dos seis filmes, mas também criou momentos indeléveis para filmes como Jurassic Park e The Perfect Storm. Até à data, a ILM tem contribuído com efeitos especiais para 320 filmes e ganhou 16 Óscares.
USA TODAY: Descreva o papel da tecnologia no cinema. 

G.L: É o meio para um fim, que está a contar uma história. Veja por exemplo, as primeiras pinturas rupestres. Você tinha alguém a fazer desenhos com carvão e, em seguida, alguém acrescentava cor com uma pedra ocre. No cinema, o mais tecnológico das formas de arte, havia histórias que você não poderia contar. Então tentaram-se e encontraram-se soluções.
USA TODAY: Qual foi o desafio com o primeiro filme de Star Wars?
G.L: Nessa altura, o ápice da tecnologia foi em´ 2001: uma Odisseia no espaço´, mas o problema era que não podia deslocar a Câmara para se mover de um lado para o outro, dando uma visão geral do ambiente, mostrando-o ou sondando-o (Pan-em termos cinematográficos). O realizador Stanley Kubrick queria um filme calmo, mas eu estava a contar uma fantasia do Espaço (Star Wars). Então, o pioneiro de efeitos especiais John Dykstra, tinha que inventar uma nova tecnologia que permitiu muitos movimentos à câmara – pans, cortes, inclinações. Eu tive que começar uma empresa do zero para fazer Star Wars.
USA TODAY: Você estava consciente de que a sua visão tecnológica poderia não ser realizada?
G.L: Claro que sim. Eu iria colocar todos os meus lucros de `American Graffiti´na ILM, mas quando eu voltei das rodagens (Star Wars) em Londres, eles não tinham terminado todas as filmagens. Foi em agosto, e o filme era para ser lançado em maio. Foi um drama, para dizer o mínimo.
USA TODAY: Quando se apercebeu de que a ILM seria mais do que um projeto de estimação?
G.L: Praticamente logo depois de terminar Star Wars.O Stephen Spielberg estava a trabalhar em alguns filmes e eu estava a fazer `Os Salteadores da arca perdida´ e tudo parecia que se presta a efeitos especiais. Quando os meus amigos (do cinema) continuavam a dizer, "Ei, você pode fazer isto para mim? “foi quando eu me apercebi.
USA TODAY: Os dinossauros em Jurassic Park foram um tipo de marco para a ILM.
G.L: Tínhamos começado a visualizar coisas sobre o que eram os primeiros computadores da Pixar (a animação Juggernautque é agora parte da Disney), mas o Santo Graal estava a fazer algo real e sem emendas. Tínhamos feito (a criatura da água) em `O Abismo´ e coisas toscas em `Willow´, mas nada como fazer um dinossauro que parecia que estava a ser filmado no local. Isso foi um grande trunfo.
USA TODAY: Esse salto levou a maior flexibilidade para contar as histórias de Star Wars.
G.L: Sim, depois de Jurassic Park, eu poderia fazer um Yoda em tamanho real que poderia falar e agir e que levou a criaturas como o Jar-Jar Binks e outros, que foi o desenvolvimento de atores foto- realistas que você pode usar para o trabalho de duplos. 

USA TODAY: Muitas empresas americanas de efeitos especiais estão a enfrentar duros desafios de empresas do exterior. Qual a sua opinião sobre o futuro?
G.L: Receio que dentro dos próximos 10 ou 20 anos, que não haverão empresas de efeitos especiais nos EUA .É assim que tem de ser, as pessoas migram para onde possam fazer o melhor negócio. É difícil competir com empresas que podem oferecer-lhe um desconto de 30% (para um projeto de efeitos especiais) quando a margem sobre tal trabalho é geralmente à volta de 5%. Toda a gente opta para a mais alta qualidade que se possa obter, com o mínimo de dinheiro.
USA TODAY: A ILM ainda está sediada aqui na Bay Area. Voçê parece muito orgulhoso de fazer cinema ao pé da praia que estabeleceu aqui.
G.L: Quando me mudei a ILM de Van Nuys (em Los Angeles) para a Bay Area (em 1978), dizíamos que não tens de fazer filmes em Hollywood. As pessoas diziam-nos que não poderíamos fazer isso, mas eu e os meus amigos (Desde o Francis Ford Coppola, ao Chris Columbus) pensaram o contrário. Fizemos alguns dos filmes mais bem-sucedidos de todos os tempos e os mais avançados tecnologicamente, ganhando muitos prémios da Academia. Foi tudo feito aqui mesmo.
USA TODAY: Os efeitos especiais desencadearam a "explosão" dos filmes de ficção científica/fantasia?
G.L: As pessoas sempre se interessaram por filmes de fantasia, simplesmente porque os filmes começaram como um ato de magia. Elas gostam de ver as coisas que não podem ver na vida real, e que remonta à viagem de Georges Méliès à lua (a partir de 1902). Em muitos aspectos, a tecnologia tem permitido o regresso de filmes épicos. Nos velhos tempos (dos filmes de DeMille), você poderia dar-se ao luxo de contratar 10.000 figurantes. Mas hoje em dia, com os efeitos especiais pode ter 1.000 soldados correndo por aí, ou trazer de volta Tróia.
USA TODAY: Você era apaixonado pela tecnologia até mesmo quando ainda era um estudante de cinema?
G.L: Não. Eu estava interessado em cinema, mesmo quando estava a fazer (o seu filme de estudante) o THX-1138(O seu filme de estudante). Só acabei por gastar dinheiro para ajudar a construir melhores efeitos especiais, para podermos fazer filmes melhores.


 
ENGLISH VERSION:


When George Lucas wanted to realize his dream of Star Wars 40 years ago he created Industrial Light and Magic to match his vision. Today, ILM has become a giant in special effects for the film industry and continues to push the limits of movie magic. Over four decades, ILM not only has provided increasingly seamless effects for the six-film series, but also created indelible movie moments ranging from the rampaging dinosaurs in Jurassic Park to the monster wave in The Perfect Storm. To date, ILM has contributed effects to some 320 films and won 16 Oscars.
USA TODAY: Describe technology's role in movie making?

Lucas: "It's the means to an end, which is telling a story. Take the first cave paintings. You had someone making drawings with charcoal, then someone added color with an ochre rock. In cinema, the most technological of art forms, there were stories you could not tell. So you try and come up with solutions."

USA TODAY: What was the challenge with the first Star Wars movie?
Lucas: "At that point in time, the tech pinnacle was 2001: A Space Odyssey, but the problem was you couldn't pan. Now (director Stanley) Kubrick wanted a quiet movie, but I was telling a space fantasy. So (special effects pioneer) John Dykstra had to come up with a new technology that allowed lots of camera moves – pans, cuts, tilts. I had to start a company from scratch to make Star Wars."
USA TODAY: Were you concerned your tech vision couldn't be realized?
Lucas: "Sure. I'd put all my profits from American Graffiti into ILM, but when I came back from shooting (Star Wars) in London, they hadn't completed any shots. It was August, and the movie was due out in May. It was a drama, to say the least."
USA TODAY: When did you realize ILM would be more than a pet project?
Lucas: "Pretty much right after I finished Star Wars. Stephen (Spielberg) was working on some movies, and I was doing Raiders of the Lost Ark, and everything seemed to lend itself to special effects. When my (filmmaking) friends kept saying, 'Hey, can you do this for me?' that's when I knew."
USA TODAY: The dinos in Jurassic Park were a milestone of sorts for ILM.
Lucas: "We had started to visualize things on what was the first Pixar computers (the animation juggernaut that is now part of Disney), but the holy grail was doing something seamless and real. We'd done (the water creature) in The Abyss and crude things on Willow, but nothing like making a dinosaur that looked like it was shot on location. That was a big deal."
USA TODAY: That leap led to more flexibility for Star Wars storytelling.
Lucas: "Right, after Jurassic Park I could do a full-size Yoda that could talk and act, which led to creatures like Jar-Jar Binks and others, which was the development of photorealistic actors that you could use for stunt work."
USA TODAY: Many American special effects companies are facing stiff challenges from overseas firms. What's your take on the future?
Lucas: "I fear that within the next 10 or 20 years there won't be any special effects houses in the U.S. That's just the way it is, people migrate to where they can do the best business. It's hard to compete with companies that can offer you a 30% discount (for a special effects project) when the margin on such work is usually around 5%. Everyone goes for the highest quality they can get, for the least amount of money."
USA TODAY: ILM is still headquartered here in the Bay Area. You're seem very proud of the movie-making beachhead you established here.
Lucas: "When I moved ILM from Van Nuys (in Los Angeles) to the Bay Area (in 1978), we were saying you don't have to make movies in Hollywood. People told us you couldn't do that, but me and my friends (ranging from Francis Ford Coppola to Chris Columbus) thought otherwise. We made some of the biggest, most successful movies of all time, the most technologically advanced movies of all time, winning many Academy Awards. It was all done right here."
USA TODAY: Did special effects unleash the sci-fi/fantasy film explosion?
Lucas: "People have always been interested in fantasy films, if simply because films started out as a magic act. They love to see things they can't see in real life, and that goes back to Georges Melies' A Trip to the Moon (from 1902). In many ways, technology has allowed for epics to come back. In the old days (of Cecil B. DeMille films), you could afford to hire 10,000 extras. But today, with special effects you can have 1,000 Storm Troopers running around, or bring back Troy."
USA TODAY: Were you passionate about technology even as a film student?
Lucas: "No. I was interested in cinema, even when I was doing (his student film) THX-1138. I only ended up spending the money to help build better special effects so we could all make better movies."

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Queremos figuras de ação dos Bounty Hunters!

Estamos a pensar em fazer um diorama com todos os caçadores de recompensas de Star Wars e para tal queremos comprar ou trocar figuras de ação de 3 3/4".Já temos o Jango Fett e a Aurra Sing.Os interessados deverão enviar-nos um email dizendo que figuras têm(podem ser loose)o seu estado de conservação e preço ou se querem trocar por outros artigos que temos disponíveis:
http://swccpt.blogspot.pt/2015/05/ajudem-o-nosso-clube-nos-nossos-eventos.html#links 
temos ainda duas fotos assinadas dos atores Cathy Munroe (Zuckuss) e Ronald Falk (Dexter Jettster).

Merchandise do novo Stormtrooper

Parece que os novos Stormtroopers que iremos ver este ano em Star Wars: O despertar da Força,são atualmente o grande destaque a nível de merchandising relativo a este filme.Depois de ter sido anúnciada a figura de ação da linha Black Series e do Stormtrooper Lego Constraction,eis que a Mattel também entra nesta "corrida" com uma viatura inspirada neste personagem da linha Star Wars Hot Wheels.
Fonte: www.mintinbox.net

STAR WARS - Every Character (Supercut)